sábado, 5 de junho de 2010

Agora sim, isso era estranho. Eu que fico bancando a normal, a desprocupada, a que te deixa ir e te espera sem cobrar nada, não aguentei. É bem capaz que nesse exato momento você esteja matando a sua necessidade de contato físico com o sexo oposto com uma qualquer, que não gosta nenhum pouco de você e te acha só mais um bebado otário, e eu aqui, pensando nisso. Hoje é sábado, e eu não sinto a mínima vontade de sair de casa, aliás, fico imaginando o que você está fazendo agora, e nas frases de chapado romântico que você está dizendo para outra moça. Ai, que ridículo, muito melodramático. Mas tudo bem, todo mundo tem um dia fossa por um idiota que te tira do sério.
Eu tento não pensar, tento afastar você da minha mente, já que eu tenho mesmo uma mania assustadora de afastar de mim essas coisas que me tiram a força, que fazem eu fazer coisas bobas de amor de capa de revista, não gosto de ser patética, de me entregar sabendo o fim; o fundo do poço, baby. Então você me diz que eu sou medrosa, que eu penso muito em tudo, e que eu não deixo rolar. É verdade, eu adoro essa coisa que se chama controle, e você me tira do sério, então, não. Procuro outra coisa pra ocupar o pensamento, fingo estar apaixonada pelo seu amigo e banco a-mulher-que-supera-fácil-e-que-adora-ser-moderninha. Quer mesmo saber? Eu gosto tanto de você, que tenho vontade de vomitar; oh hell, isso é um pesadelo.

Um comentário:

Amanda Teles e Tamillys Camilo disse...

Olá,moça
Adorei o blog e esse post tá muito perfeito!
Parabéns!!!
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Bjão